Histórias de Resiliência: Glauco Tolotto

Glauco é um dos Resilientes formados na Turma 06 e nosso entrevistado da semana. Ao sair do Ensino Médio, ele percebeu que o mercado de trabalho era o que de fato fazia parte dos seus sonhos, mas até se sentir de fato pronto e conquistar sua vaga, alguns desafios precisaram ser ultrapassados.

Entre ser escoteiro há mais de 12 anos, morar na Zona Oeste de São Paulo e dar conta de todos os seus hobbies, música e jogar com amigos, ele encontrou um espaço especial na sua rotina para se dedicar à Resilia. Hoje, menos de um mês após a formatura, Glauco já está empregado como Desenvolvedor na Icatu Seguros.

E aqui ele conta um pouco da sua jornada até lá:

Você comentou que foi uma daquelas crianças que sempre teve interesse em tecnologia, mas você consegue se lembrar qual foi o momento em que pensou “UAU, talvez tecnologia seja mais do que diversão pra mim?”

Acho que o meu primeiro contato com tecnologia não foi com um computador ou algo do tipo, mas sim através de um videogame, quando meu pai comprou o primeiro jogo que eu tive. E eu lembro exatamente da sensação de como era jogar e de como era divertido, mas lembro também de ficar me perguntando “caramba como devem ser as pessoas que fazem isso? Será que elas brincam de LEGO o dia inteiro”?

Só um pouco depois, quando eu tive o meu primeiro contato computador, que eu percebi que tudo podia ser AINDA mais legal, ainda mais dinâmico. Que no computador eu teria tudo, não só os jogos, mas milhares de outras coisas que poderia fazer ali.

Quando eu comecei a pesquisar mais sobre isso de trabalho e tudo mais, já na adolescência, eu percebi que o ambiente de trabalho em tecnologia é naturalmente mais diversificado, mais alegre, divertido. Mas não só isso: que te dá muitas oportunidades. É um ambiente em que você vai atrás da suas próprias coisas e que você pode fazer muitas outras com a tecnologia mesmo. Eu queria fazer parte desse avanço, queria ter um pouco daquela diversão que eu lembrava, mas principalmente poder fazer parte dessa área que eu sabia que tinha muito a me oferecer, enquanto eu ainda podia também fazer mais pelas pessoas.

E por falar em pessoas, as aulas da Resilia são 100% online, totalmente diferente da sua vivência como escoteiro. Você sente que conseguiu criar laços e se conectar com as pessoas da sua Turma, apesar da distância?

Eu acho que pra mim foi tranquilo porque eu gosto de conversar, gosto de me comunicar, de chegar nas pessoas. Tanto que no último módulo, eu até recebi um feedback bem legal de um membro do meu grupo sobre isso, porque ele disse que estava com um pouco de dificuldade na reta final e eu ficava o tempo todo falando com ele, enchendo o saco mesmo só para perguntar se tava tudo bem.

Nos últimos meses, por conta da pandemia, os encontros do escoteiro parou, eu sai do meu antigo emprego e acabei vendo meus amigos de antes um pouco menos do que o normal. Então o fato de estar na Resilia e ter essa proximidade de poder falar com alguém todos os dias foi muito bom, porque a gente não falava só durante as aulas, mas a tarde toda, o dia inteiro.

Eu sei que isso foi essencial para o meu crescimento nos estudos, com todo o apoio que eu recebi nos módulos mais difíceis, mas também foi essencial pro meu crescimento pessoal, porque ter amizades como as que eu criei é muito bom para levar para a vida.

Além da nossa Comunidade, quais outros pontos chamaram sua atenção e fizeram você não só começar nosso curso como também não pensar em desistir dessa jornada super intensa?

Eu confesso que eu estava com um pouco de pé atrás quando eu conheci a Resilia, porque querendo ou não acaba sendo uma dívida que você está adquirindo de certa forma e eu sei que muita gente pensa a mesma coisa. Quando é muito bom, a gente desconfia! Só eu queria MUITO aprender, eu estava muito afim de começar e receber meu “sim” e eu sei isso fez diferença na hora de decidir.

Ano passado eu já estava tentando começar por conta própria, mas passei por todos aqueles problemas que todo mundo que já tentou estudar sozinho sabe: eu não sabia quando estudar, o que estudar, como estudar… Então na hora que eu vi a proposta da Resilia, eu pensei: é uma coisa que eu já quero, eu sei disso, só preciso de um voto de confiança. E acabou sendo a melhor coisa que eu fiz na minha vida, não tenho dúvidas!

Hoje em dia, fazer graduação nem sempre é um requisito na hora da contratação de profissionais em tecnologia — como é o seu caso, que terminou o Ensino Médio e foi direto para o mercado de trabalho. Como foi para você passar por essa experiência não tão “tradicional”?

Desde pequeno, a graduação não era uma parte da vida que me chamava muita atenção. Meus pais sempre quiseram que eu fizesse, acho que até mesmo pela criação deles, mas tem coisas que eu aprendo muito mais fácil em outros lugares e eu nunca tinha me imaginado nesse ritmo ou pensado mesmo nisso. Antes, a graduação era a única forma de se ter acesso a algumas coisas, mas hoje em dia nós temos outras várias possibilidades, a ponto de nem sempre o diploma dizer muita coisa.

Então eu tinha a sensação de que eu poderia estar “perdendo” (perdendo entre muitas aspas) esses 5 anos da minha vida, quando já não via como prioridade pra mim naquele momento. Mas pensando hoje, agora que eu já estou no mercado, que já estou construindo minha experiência, só agora eu estou começando a pensar nessa possibilidade de continuar me especializando e estudar mais. Mas por mim mesmo, sabe? Se fosse só para conseguir um emprego x, acho que não faria.

Então, para finalizar, conta um pouco pra gente como foi conseguir o seu emprego como desenvolvedor, antes mesmo da formatura na Resilia. De que forma toda a dedicação dos últimos meses ajudou na hora da sua contratação?

Em primeiro lugar, as minhas expectativas foram totalmente atendidas com a Resilia. Duas semanas antes de acabar o curso eu já estava contratado, acho que nem eu esperava isso! Eu entrei no programa de treinamento da Icatu Seguros, como se fosse um trainee. Não é muito diferente do que eu fazia antes, porque eu ainda estou estudando muito, tô me adaptando aos conceitos de programação para poder agora aplicar dentro da empresa.

Mas eu posso dizer que a entrevista que eu fiz com mais tranquilidade na vida. Eu estava bem à vontade, consegui me expressar bem do porquê estava ali, quem era eu. O único ponto que me deixou um pouco nervoso foi ter que me apresentar para os gestores, mas até para isso eu me senti preparado por causa da Resilia. Então eu tô muito tranquilo, muito, muito feliz com tudo!

Glauco atua hoje como Desenvolvedor na Icatu Seguros, se destacando desde o case para o processo seletivo na empresa. É um membro ativo em nossa Comunidade de Resilientes, referência para outros alunos e Time Resilia quando se pensa em trabalho em equipe e dedicação. Em seu novo ciclo, a dedicação e alegria no trabalho também faz diferença!

Glauco Tolotto é #Resiliente

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Na Resilia, formamos os melhores profissionais em tecnologia. Para isso, exigimos apenas uma coisa: garra.

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