Bate-Papo com uma Resiliente: Karina Farias

A Karina se formou na turma fundadora da Resilia e é nossa segunda entrevistada por aqui.

Em Setembro do ano passado a Karina trabalhava na área de Suporte Técnico da BRQ e, apesar de querer evoluir em sua carreira, sentia falta de autoconfiança e dificuldade de traçar objetivos concretos.

Foi aí que encontrou a Resilia. Por 6 meses ela conciliou seu emprego com a carga horária intensa das aulas e projetos da Resilia. E valeu o esforço. Hoje a Karina está tendo seu primeiro dia de trabalho em uma nova posição: Analista de Testes na BRQ.

Leia abaixo para saber mais sobre a experiência dela!

O que você fazia antes de entrar para a Resilia, e qual era sua experiência com programação?

Karina: Sou formada em Ciências da Computação e minha experiência profissional era basicamente em suporte técnico. Na faculdade eu sempre adorei as aulas que envolviam código ou lógica de programação, mas eram muito teóricas, então eu não conseguia enxergar como usar na prática e acabei nunca aplicando nenhum dos conhecimentos.

“Eu queria a Resilia como um incentivo, um divisor na minha profissão. Além de melhorar de vida financeiramente, queria perseguir algo com que eu realmente quisesse trabalhar.”

Por que você decidiu aplicar para o curso da Resilia?

Karina: Desde a faculdade eu me sentia perdida na minha carreira. Eu não via muito sentido no que eu estudava e tinha dificuldades de traçar objetivos. Eu também nunca me senti confiante com meus conhecimentos. Meus cursos sempre foram muito teóricos e eu sentia falta de prática para saber que eu podia mesmo fazer algo, ser uma programadora.

Eu queria a Resilia como um incentivo, um divisor na minha profissão. Além de melhorar de vida financeiramente, queria perseguir algo com que eu realmente quisesse trabalhar. E a Resilia seria esse norte.

Quando você entrou na Resilia você já sabia em que área queria atuar?

Karina: Não, eu fui desenvolvendo com mais clareza meus objetivos na Resilia. Eu achava que precisava ir para Infra, por ter atuado já com suporte técnico nessa área e ter mais confiança. Mas logo no início do curso tive uma quebra de expectativa: me envolvi essa parte mais a fundo e não me senti empolgada. E a Resilia me deu espaço para migrar e explorar e desenvolver o que eu queria, trabalhando com a equipe de desenvolvimento e colocando a mão na massa dos códigos.

“A Resilia me ajudou em várias coisas, mas as duas principais foram mesmo a confiança e a ter metas e objetivos. Hoje eu sinto que estou indo fazer algo que gosto e quero, e que sou apta para isso. (…) Na Resilia eu aprendi a ter curiosidade, a ter vontade e, principalmente, aprendi a aprender.”

Quais os principais aprendizados que você teve no curso? E quais hábitos sente que mudou ao longo dos últimos meses?

Karina: A Resilia me ajudou em várias coisas, mas as duas principais foram mesmo a confiança e a ter metas e objetivos. Hoje eu sinto que estou indo fazer algo que gosto e quero, e que sou apta para isso.

Antes da Resilia eu sentia também que era muito procrastinadora, postergava muito tarefas e sempre arranjava desculpas. Hoje em dia eu dou um jeito: se o computador não rodar um código, eu estudo na caneta e papel. Na Resilia eu aprendi a ter curiosidade, a ter vontade e, principalmente, aprendi a aprender.

Para qual vaga você foi contratado e quando você começa o seu trabalho?

Karina: Fui contratada como Analista de Testes Junior na BRQ, na mesma empresa onde eu atuava como Suporte Técnico de Infra. Meu primeiro dia será hoje, 1 de Julho.

Como você ficou sabendo da vaga na BRQ?

Karina: Recentemente a BRQ lançou uma modalidade nova para mobilidade interna, ou seja, funcionários da empresa podem aplicar para determinadas vagas.

Foi nessa plataforma que eu vi a divulgação da vaga para Analista de Testes, e resolvi aplicar. Logo depois tive contato do RH, que me falou em mais detalhes sobre as especificações e pré-requisitos da vaga: apesar de eu ter aplicado algumas das exigências estavam acima da minha experiência — eles estavam buscando um analista pleno, com alguma bagagem em testes.

Mesmo assim, resolvi manter minha candidatura, atualizei meu currículo e incorporei minha experiência com testes nos Projetos da Resilia. O Gestor dessa posição logo entrou em contato comigo, e contei em mais detalhes sobre o que eu havia feito, além de ser bem transparente sobre os pontos e requisitos que ainda precisava e iria me aperfeiçoar, inclusive falei sobre cursos online que prentendo fazer para suprir essas lacunas.

Na mesma semana veio a notícia: fui aprovada!

Quais são os seus objetivos futuros e de carreira?

Karina: Eu gostaria de continuar na área de desenvolvimento e programando. Entrei para a área de testes e estou com expectativa de continuar me desenvolvendo em outras linguagens. Mas me vejo no futuro ainda trabalhando em empresas, me desenvolvendo e sendo promovida a cargos mais altos.

Mais informações

Você pode saber um pouco mais sobre a Resilia acessando nosso site ou enviando dúvidas via email.

Na Resilia, formamos os melhores profissionais em tecnologia. Para isso, exigimos apenas uma coisa: garra.

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